quinta-feira, 24 de maio de 2012
Caindo a Ficha.
Acompanhado do Adeus
Me senti também ferido.
Nada vale.
Nem mais isso
Nem os deles, nem os meus.
E se isso aqui não faz sentido
Me sinto comprometido
A simplesmente restar a ser o que eu sou
Sou o nada que caminha pensante
Sou o nada no semblante (Sou?)
Mas...
Posso dizer confiante
Que de agora em diante
Em mais nenhum instante
Irá se escutar o que Temor falou.
Não por birra, não por má fé
é falta de crença mesmo.
Não em mim, não nos textos, mas nisso aqui...
Esse mundo....
Dr.Carlos é um gênio.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
As letras
A gaúcha leu as letras que escrevi.
E disse terem sido as mais belas.
Tudo que fiz foi me envergonhar e me desfazer do poema patético.
O sentimento é patético e como é belo o sentimento...
Não se atrela ao tempo e espaço.
Nasce e morre num mesmo papel, preso à tinta e livre aos olhos que se despejam nele.
Joguei fora o sentimento.
Belo e também patético; agora me envergonho disso.
Mas subitamente percebo um recomeço:
Na tinta e nas linhas que morrem no tempo.
Adeus.
E disse terem sido as mais belas.
Tudo que fiz foi me envergonhar e me desfazer do poema patético.
O sentimento é patético e como é belo o sentimento...
Não se atrela ao tempo e espaço.
Nasce e morre num mesmo papel, preso à tinta e livre aos olhos que se despejam nele.
Joguei fora o sentimento.
Belo e também patético; agora me envergonho disso.
Mas subitamente percebo um recomeço:
Na tinta e nas linhas que morrem no tempo.
Adeus.
Mundo dos Fingimentos
Acordei. E então vi a placa:
"Bien-venido ao Mundo dos Fingimentos."
Tudo parecia em ordem, mas, nem de longe, se enxergava a paz.
Todo mundo sabia muita coisa, só não sabiam lidar com isso.
Nada, nunca, estava realmente bem, apesar dos inúmeros sorrisos.
Levantei e ninguém olhou- ninguém nunca olhava.
Me perguntei se de fato existia. Talvez não.
Não havia peso em minhas costas ou problemas na cabeça: fatores indispensáveis para a entropia do Mundo dos Fingimentos.
Foi então que percebi: a fuga era a cama e era real. O sono que conforta a inexistência.
Lá vivi e lá senti.
Enquanto aqui apenas sonhei.
Quem sabe um dia eu venha à acordar...
"Bien-venido ao Mundo dos Fingimentos."
Tudo parecia em ordem, mas, nem de longe, se enxergava a paz.
Todo mundo sabia muita coisa, só não sabiam lidar com isso.
Nada, nunca, estava realmente bem, apesar dos inúmeros sorrisos.
Levantei e ninguém olhou- ninguém nunca olhava.
Me perguntei se de fato existia. Talvez não.
Não havia peso em minhas costas ou problemas na cabeça: fatores indispensáveis para a entropia do Mundo dos Fingimentos.
Foi então que percebi: a fuga era a cama e era real. O sono que conforta a inexistência.
Lá vivi e lá senti.
Enquanto aqui apenas sonhei.
Quem sabe um dia eu venha à acordar...
Rock´N´Roll
Qual o preço do equívoco?
Do amor que nao é recíproco
Mas se agarra à esperança.
Ressentimento se acumula
E é o tempo que regula
O deixar de ser criança.
Já é tamanha influência
da sua negligência,
O tom da música mudou.
Cresceu em mim a violência,
Perdi toda a decência.
Nosso samba virou rock´n´roll.
Do amor que nao é recíproco
Mas se agarra à esperança.
Ressentimento se acumula
E é o tempo que regula
O deixar de ser criança.
Já é tamanha influência
da sua negligência,
O tom da música mudou.
Cresceu em mim a violência,
Perdi toda a decência.
Nosso samba virou rock´n´roll.
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