terça-feira, 9 de abril de 2013

Parte 2 de um texto de três partes


Estranho esse lance de pertencer.
Cadê eu te possuindo?
Cadê você insistindo,
Que eu nunca vou te perder?

Fui eu ou foi você?
Quem foi que dominou minha cabeça?
O corpo sedento de noção quer saber
Antes que a alma esmoreça e pereça
E a defesa desaqueça
Há muito não consigo me entender...

Será que foi o passado, ou algum tombo?
Poderia algo que vem para ensinar,
Prender?
Travar?
Pesar como o mundo nos ombros?

Eu juro que eu te amo
Mas não acredito no amor
Mas não acredito em mim

O teu nome eu chamo, clamo
A morte chegará ao Temor, esperamos...
E pra toda essa dor, colocar funesto fim.

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