Esse está sendo feito, dedicado e metacontado à você.
Sem disfarces.
"Eu e você temos essa penitência,
O máximo do pensamento que sempre tende às reticências"
Cheios vazios, que vivem na (e de) indagação.
Nos falta amor, nos falta amparo
Somos a construção sem chão
A gente se repete, mas mesmo assim se impressiona (não muito raro...)
E nem sabemos no meio de toda essa zona
Pra quem é que temos que fazer oração
Julgamos Deus, encarnamos Diabos
Fomos certos-errados, agora não ligamos pro perdão
Afinal de contas, de quem é a mão? De quem é o fardo?
Meu trago exime mais que emoção, um retrato
Um afago, no meio dessa confusão
Sei que não tenho poderes para te dar respostas
Acho que nem direito eu teria se tivesse poderes
Meu poder é relatar o que é, como somos, para assim desforcarmos um pouco disso
Remoendo isso, lendo isso
Mastigando e se alimentando disso
Ás vezes uma bucetinha pra distrair
Ás vezes uma complicação de bucetinha pra se distrair ainda mais
Mas ainda continua repetitivo
E, sinto, é isso mesmo que é estar vivo
Ás vezes uns tormentos que não deixam durmir
Ás vezes ódio, que pela saco nos faz expelir
Mas ainda (e isso é muito triste cara) continua repetitivo
E, sinto, é isso mesmo se formos objetivos
"Nada passa nada... Volto ao meu dilema... Como a vida é pequena..."
As ultimas complicações foram atípicas e estamos estranhando muito tudo isso
Mas acho que não foge do que é, um "diferenteigual"
Ainda acho que é o SEU poste negro, da sua forma e com suas características...
No final das contas o resultado é o mesmo, a gente muito mal
Espero ter ajudado sabendo que não ajudei em nada
Só mais palavras vazias para fazer do seu vazio, um vazio mais completo.
Nada de tudo, tudo de nada. Paradoxo.
Tu.
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