É essa coisa sem sentido
que me apeguei.
Por dar sentido
à maior das coisas sem sentido
que é a vida,
que é o Davi.
E estou confuso.
Contudo,
é uma chance;
com tudo
que estiver ao meu alcance
vou dar meu lance.
No leilão que crio e me iludo,
antes que me canse.
Apostando o que sinto,
porque o que penso é confuso.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Roteiro
Aprendi com a vida a amar meu tempo.
Talvez porque a paz não passe de uma quimera.
E me deixa triste gastar as possibilidades,
apostando-las na inércia.
A verdade é móvel.
Fluxo intransponível
de informações e viajantes.
Sequência abrupta de erros;
melhores os ébrios do que os sóbrios.
Mas, apesar de tudo,
eu e todos esperamos.
Esperamos por algo
à saciar as vontades,
as quais procuram saciar um destino.
Jogado e abarrotado.
Procurando o sentido
das coisas sem sentido.
E me estranha o olhar curioso,
surpreendido.
Com o peso de inúmeros anos
de prisão ao ar livre,
despojado em um homem-menino
perdido em sua terra-natal.
Ele só busca sentir,
porque pensar o congelou
numa terra sem afeto e sem calor.
Apesar disso você o julga:
"Rídiculo seu apreço pelo vazio,
seu desprezo pelo concreto.
Pra mim você é feio."
Às vezes eu temo mudar.
Às vezes eu temo ser assim pra sempre.
Engraçado;
não me pergunte como, nem porquê.
Sou ambos meus medos,
negociando um produto
chamado viver.
Talvez porque a paz não passe de uma quimera.
E me deixa triste gastar as possibilidades,
apostando-las na inércia.
A verdade é móvel.
Fluxo intransponível
de informações e viajantes.
Sequência abrupta de erros;
melhores os ébrios do que os sóbrios.
Mas, apesar de tudo,
eu e todos esperamos.
Esperamos por algo
à saciar as vontades,
as quais procuram saciar um destino.
Jogado e abarrotado.
Procurando o sentido
das coisas sem sentido.
E me estranha o olhar curioso,
surpreendido.
Com o peso de inúmeros anos
de prisão ao ar livre,
despojado em um homem-menino
perdido em sua terra-natal.
Ele só busca sentir,
porque pensar o congelou
numa terra sem afeto e sem calor.
Apesar disso você o julga:
"Rídiculo seu apreço pelo vazio,
seu desprezo pelo concreto.
Pra mim você é feio."
Às vezes eu temo mudar.
Às vezes eu temo ser assim pra sempre.
Engraçado;
não me pergunte como, nem porquê.
Sou ambos meus medos,
negociando um produto
chamado viver.
sábado, 13 de outubro de 2012
Se foi.
Quando cada memória arde,
sentimento é tão forte que impede
que de alguma forma eu lide.
Deus, como é que pode?
Levá-la de forma tão rude.
E eu não posso ver um chinelo de criança.
Não posso mais comer farofa.
Ou lembrar de você me levando à natação.
Eu ainda não aprendi a rezar.
E é tão difícil perder...
Portanto me basta pedir:
Vai com Deus,
e como uma estrela no céu
permaneça aqui.
Na gaveta 76 repousa o verdadeiro amor:
Zilda
sentimento é tão forte que impede
que de alguma forma eu lide.
Deus, como é que pode?
Levá-la de forma tão rude.
E eu não posso ver um chinelo de criança.
Não posso mais comer farofa.
Ou lembrar de você me levando à natação.
Eu ainda não aprendi a rezar.
E é tão difícil perder...
Portanto me basta pedir:
Vai com Deus,
e como uma estrela no céu
permaneça aqui.
Na gaveta 76 repousa o verdadeiro amor:
Zilda
domingo, 30 de setembro de 2012
Qualquer
Ser mais um.
Ser um qualquer.
É a verdade que não pode ser verdade;
o fato inconcebível.
Eu queria ser único;
ser unicamente seu.
Mas nem você é exclusivamente minha.
Diversas verdades pontuais
em diversos momentos presentes.
Só sei que nada sei
e que queria você agora.
Mas eu nem sei quem é que fala,
quem é que escreve.
É sempre o filho de um Eu-passado,
lutando contra a sina de seu pai.
E acabando por ser ele.
Só sei que nada sei
e nem sei se te quero agora.
Ser um qualquer.
É a verdade que não pode ser verdade;
o fato inconcebível.
Eu queria ser único;
ser unicamente seu.
Mas nem você é exclusivamente minha.
Diversas verdades pontuais
em diversos momentos presentes.
Só sei que nada sei
e que queria você agora.
Mas eu nem sei quem é que fala,
quem é que escreve.
É sempre o filho de um Eu-passado,
lutando contra a sina de seu pai.
E acabando por ser ele.
Só sei que nada sei
e nem sei se te quero agora.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Mais Um (ressurge a covardia)
Existe limite?
O vício é linha tênue
Todos dizem
"É difícil"
Não acho. Acho que o vício é uma linha tênue.
Te contar umas coisas novas que ando pensando...
Toda osquestra mal organizada, enjambrada em passar segurança por linhas e mais linhas escritas
Dá falsa dimensão de genialidade. Talvez. Morreu de qualquer jeito. Então
Prosseguimos, mais organizado. Lhe parece assim?
Não?
A outrem parecerá..
Sim?
Mentiroso...
Morri alguma vezes e ando pegando experi no assunto.
O que é mais uma bongada?
Mais um trago pesado de uísque?
Mais um ambiente cheio de mais gente?
Mais uns interesses instantâneos? Vício...
Mais um corpo a ser explorado?
Mais pessoas mais em mais alguma coisa...
Sempre mais alguma coisa que alguém também mais.
Não é que eu seja menos... Tento apenas ser sou.
Soul.
Som de negão, muito bom se bem feito... Funk também...
Rap. (Opa calm lá! Assunto delicado)
(Já é)
Sou, e só o que se é mais em mim são ações.
Minhas ações não são mais, são ações
Boas pra mim ou não
Talvez regra de três
Sejam boas para tu
Depende da situação.
Bem. Mais um texto, em mais um blog (não considero isso um blog, mas, É um blog, fazer o que...)
Mais um parênteses e provavelmente em algum canto do texto
Mais uma desculpa pra mais alguma coisa...
Foda-se
Mais bongada, mais uísque, mais dollar, mais buceta e mais dinheiro ( ;) )
Ora bolas...
Menos neurônios!
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Perdido
São tempos difíceis há tempos...
Todo mundo tem opinião.
Vou recusar os julgamentos
e trocá-los por compreensão.
Só difere a concepção,
no sem-fim de verdades parciais.
Mas como é inteira a razão,
valores são irreais.
E eu já não me importo
com o caminho certo.
Mesmo nos caminhos tortos
a vitória pode estar perto.
E se os vivos tão mortos?
E o que era chão virou teto?
Quem é que explica o sentido
do porque do porque ter porque?
Quem viu antes do início existindo?
E o depois do fim morrer?
E se esse estivesse mentindo?
Quem é que iria saber?
Saber tanto é um perigo,
como dizem as letras em vão.
Maldição que eu nem ligo;
Liberdade é prisão.
E eu já sou livre;
minha doce ilusão...
Todo mundo tem opinião.
Vou recusar os julgamentos
e trocá-los por compreensão.
Só difere a concepção,
no sem-fim de verdades parciais.
Mas como é inteira a razão,
valores são irreais.
E eu já não me importo
com o caminho certo.
Mesmo nos caminhos tortos
a vitória pode estar perto.
E se os vivos tão mortos?
E o que era chão virou teto?
Quem é que explica o sentido
do porque do porque ter porque?
Quem viu antes do início existindo?
E o depois do fim morrer?
E se esse estivesse mentindo?
Quem é que iria saber?
Saber tanto é um perigo,
como dizem as letras em vão.
Maldição que eu nem ligo;
Liberdade é prisão.
E eu já sou livre;
minha doce ilusão...
domingo, 12 de agosto de 2012
Imaginação
Saiba que há salvação
pra todo mal que te envolve,
pois tudo se resolve
com alguma imaginação,
Nao há falta de atração
nessa Terra magnética,
que girando de forma frenética,
dita-sendo o que é a razão.
E a busca da revelação;
no fundo nao há fundamento.
Vive enferme e como fermento
cresce mais que a própria paixão.
É solidão,
que raiz de toda a verdade
brota fruto de realidade,
semeando a não-conclusão.
Deixa eu ser louco,
imaginando minha opinião.
Tudo é muito pouco.
E tudo é criação.
pra todo mal que te envolve,
pois tudo se resolve
com alguma imaginação,
Nao há falta de atração
nessa Terra magnética,
que girando de forma frenética,
dita-sendo o que é a razão.
E a busca da revelação;
no fundo nao há fundamento.
Vive enferme e como fermento
cresce mais que a própria paixão.
É solidão,
que raiz de toda a verdade
brota fruto de realidade,
semeando a não-conclusão.
Deixa eu ser louco,
imaginando minha opinião.
Tudo é muito pouco.
E tudo é criação.
terça-feira, 5 de junho de 2012
Despertar
Essa é pra vocês:
que acreditaram no que viram nos filmes.
Que compraram o jornal de domingo
e assim ficaram antenados.
Pra você:
que inspira cobrança
e expira fracasso.
Acabou.
Deixou de ser patético enquanto pôde,
e agora se depara com a forca
de sua própria imagem e semelhança.
Você acreditou,
mas a casa caiu.
A matrix ruiu;
o passado não se apagou;
Ele te criou.
À parte isso tudo,
o tempo vai passar.
No ritmo acelerado de sempre.
Lotado das bobagens de sempre.
E será possível rir,
assim como sempre será possível chorar.
Só nos filmes há final feliz.
Na vida vivida é só final.
Não importa quão bela seja a atriz,
basta lembrar o que que é real.
Não é bem, não é mal.
É como o mundo que existe sem saber:
normal.
que acreditaram no que viram nos filmes.
Que compraram o jornal de domingo
e assim ficaram antenados.
Pra você:
que inspira cobrança
e expira fracasso.
Acabou.
Deixou de ser patético enquanto pôde,
e agora se depara com a forca
de sua própria imagem e semelhança.
Você acreditou,
mas a casa caiu.
A matrix ruiu;
o passado não se apagou;
Ele te criou.
À parte isso tudo,
o tempo vai passar.
No ritmo acelerado de sempre.
Lotado das bobagens de sempre.
E será possível rir,
assim como sempre será possível chorar.
Só nos filmes há final feliz.
Na vida vivida é só final.
Não importa quão bela seja a atriz,
basta lembrar o que que é real.
Não é bem, não é mal.
É como o mundo que existe sem saber:
normal.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Caindo a Ficha.
Acompanhado do Adeus
Me senti também ferido.
Nada vale.
Nem mais isso
Nem os deles, nem os meus.
E se isso aqui não faz sentido
Me sinto comprometido
A simplesmente restar a ser o que eu sou
Sou o nada que caminha pensante
Sou o nada no semblante (Sou?)
Mas...
Posso dizer confiante
Que de agora em diante
Em mais nenhum instante
Irá se escutar o que Temor falou.
Não por birra, não por má fé
é falta de crença mesmo.
Não em mim, não nos textos, mas nisso aqui...
Esse mundo....
Dr.Carlos é um gênio.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
As letras
A gaúcha leu as letras que escrevi.
E disse terem sido as mais belas.
Tudo que fiz foi me envergonhar e me desfazer do poema patético.
O sentimento é patético e como é belo o sentimento...
Não se atrela ao tempo e espaço.
Nasce e morre num mesmo papel, preso à tinta e livre aos olhos que se despejam nele.
Joguei fora o sentimento.
Belo e também patético; agora me envergonho disso.
Mas subitamente percebo um recomeço:
Na tinta e nas linhas que morrem no tempo.
Adeus.
E disse terem sido as mais belas.
Tudo que fiz foi me envergonhar e me desfazer do poema patético.
O sentimento é patético e como é belo o sentimento...
Não se atrela ao tempo e espaço.
Nasce e morre num mesmo papel, preso à tinta e livre aos olhos que se despejam nele.
Joguei fora o sentimento.
Belo e também patético; agora me envergonho disso.
Mas subitamente percebo um recomeço:
Na tinta e nas linhas que morrem no tempo.
Adeus.
Mundo dos Fingimentos
Acordei. E então vi a placa:
"Bien-venido ao Mundo dos Fingimentos."
Tudo parecia em ordem, mas, nem de longe, se enxergava a paz.
Todo mundo sabia muita coisa, só não sabiam lidar com isso.
Nada, nunca, estava realmente bem, apesar dos inúmeros sorrisos.
Levantei e ninguém olhou- ninguém nunca olhava.
Me perguntei se de fato existia. Talvez não.
Não havia peso em minhas costas ou problemas na cabeça: fatores indispensáveis para a entropia do Mundo dos Fingimentos.
Foi então que percebi: a fuga era a cama e era real. O sono que conforta a inexistência.
Lá vivi e lá senti.
Enquanto aqui apenas sonhei.
Quem sabe um dia eu venha à acordar...
"Bien-venido ao Mundo dos Fingimentos."
Tudo parecia em ordem, mas, nem de longe, se enxergava a paz.
Todo mundo sabia muita coisa, só não sabiam lidar com isso.
Nada, nunca, estava realmente bem, apesar dos inúmeros sorrisos.
Levantei e ninguém olhou- ninguém nunca olhava.
Me perguntei se de fato existia. Talvez não.
Não havia peso em minhas costas ou problemas na cabeça: fatores indispensáveis para a entropia do Mundo dos Fingimentos.
Foi então que percebi: a fuga era a cama e era real. O sono que conforta a inexistência.
Lá vivi e lá senti.
Enquanto aqui apenas sonhei.
Quem sabe um dia eu venha à acordar...
Rock´N´Roll
Qual o preço do equívoco?
Do amor que nao é recíproco
Mas se agarra à esperança.
Ressentimento se acumula
E é o tempo que regula
O deixar de ser criança.
Já é tamanha influência
da sua negligência,
O tom da música mudou.
Cresceu em mim a violência,
Perdi toda a decência.
Nosso samba virou rock´n´roll.
Do amor que nao é recíproco
Mas se agarra à esperança.
Ressentimento se acumula
E é o tempo que regula
O deixar de ser criança.
Já é tamanha influência
da sua negligência,
O tom da música mudou.
Cresceu em mim a violência,
Perdi toda a decência.
Nosso samba virou rock´n´roll.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Nem Ideia...
Conte-me, o que pode ser pior que a falta de ideia?
A falta de ideia do que sua falta me faz
A falta de ideia do que eu sentia e sinto por você
Do quanto eu gostei de você
Do quanto você me fazia bem
Você não faz ideia
E isso dói pra caralho
Você podia ser sonsa, mas não era, nem é
Podia ser filha da puta, mas não era
Você simplesmente, de fato, não fez e não faz ideia.
Nenhuma, alguma...
Acho que achei a residência da problemática
Minha estratagema vai ser espernear na escrita
Porra! Não tava na cara?
E se tava, por que a falsidade?
Eu só queria honestidade
Falta de sinceridade me irrita.
Você não faz ideia...
Teve(tem) leve imagem, mas não faz ideia...
Ah! Há a mentira também
Essa tua boca dizendo querer ser minha
E eu acreditei, pelo jeito não fiz muito bem
Não lidava com mulher, e sim com uma garotinha
Desde o princípio o erro foi meu
E você não tá errada em nenhum ponto da história
É tudo uma questão de moral, de respeito que se perdeu
E de como agora você residirá em minha memória
Queria que tu sentisses o que escrevo...
Há! Mais fácil meter a cara dentro de uma colméia
Acho que devo estar sendo repetitivo, não saindo da mesmice
Por que, pra variar, você não vai fazer ideia..
Alguma, nenhuma...
Como diz Dr.Carlos
"Que coisa!"
Eu só quero você aqui, agora, o tempo todo.
De novo...
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Que coisa!
(blup...blup...blup...)
(Caldeirão de emoções; fervendo)
A cada instante
tudo me surpreende.
O roteiro inconstante,
final que ninguém entende.
Os problemas de ir mais além:
há o abismo, há a loucura.
Saber; aqui nao faz bem!
Estando mais alto a queda é mais dura.
Melhor manter os pés no chão.
Se distrair, ir ler o jornal.
Mas eu gosto de uma emoção,
não consigo ser um cara normal.
Pois a verdade encobre a razão:
Paradoxo Existencial.
E nem o Flamengo me entorpece mais.
Que coisa, rapaz!
E nem o matinho me entorpece mais.
Que coisa, rapaz!
E nem os problemas me entorpecem mais.
Que coisa, rapaz!
Acho que nem ela me entorpece mais.(será?)
Que coisa, rapaz!
As coisas não voltam atrás...
(Caldeirão de emoções; fervendo)
A cada instante
tudo me surpreende.
O roteiro inconstante,
final que ninguém entende.
Os problemas de ir mais além:
há o abismo, há a loucura.
Saber; aqui nao faz bem!
Estando mais alto a queda é mais dura.
Melhor manter os pés no chão.
Se distrair, ir ler o jornal.
Mas eu gosto de uma emoção,
não consigo ser um cara normal.
Pois a verdade encobre a razão:
Paradoxo Existencial.
E nem o Flamengo me entorpece mais.
Que coisa, rapaz!
E nem o matinho me entorpece mais.
Que coisa, rapaz!
E nem os problemas me entorpecem mais.
Que coisa, rapaz!
Acho que nem ela me entorpece mais.(será?)
Que coisa, rapaz!
As coisas não voltam atrás...
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Olhos de Mel (na luz)
Você é sem explicação
Sei lá que que eu sinto por você
Mistura de erro com nada a ver
Mistura de improvável com indagação
Ai está, e, tomamos segura distância
Teu sorriso regenera, faz bem de verdade
E mesmo ambos tendo queda pela ânsia
Ela se faz pequena, forte se faz a amizade
Já tive apreço assim antes mas contigo é diferente
Não é que pareça que você me entende
É que no final, isso não importa
Bola pra frente, preciso só de você presente
Escutando, falando... Compreende?
Você simplesmente me conforta
Obrigado.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Palavras e Metareclaxplicação
Quando letras formam palavras que juntas fazem sentido
Como a frase acima, e essa, que somente existe para dar total significado à compreensão
Letras, l e t r a s, palavras, reticências, vírgula..., desenhos, compreensão,(vírgula)
O texto se formando, algutinaçãodepalavras,
Algumas alucinógenas, aboregínas, astutas, ascas, "ásperas"(com aspas), ab-repitícias
Aliterações assonantes
Elementos, como o próprio elemento do sentido elemento que a palavra elemento tem
Não obstante, como o elemento que a palavra elemento é para o texto
Não só como elementar para a continuação da ideia
Mas como elemento de estética
Veja, Elementos,(vírgula) a palavra, quebra a assonância
Assim como o (abre aspas)"Não obstante(agora fecha aspas)",
Esse "Veja" acompanhado de (,), e (essas palavras entre parênteses)
Isso tá começando a me incomodar (Oh! Que pena...)
O texto agora até tá grande, justa-posição de sentidos
Metáforas, metonímias, hipérboles, onomatopéias... (há!)
Encheção de linguíça...(reticências)
Ah... Palavras...
Sinto que ultimamente ando perdido em seus corações
Pelos textos que ando escrevendo
Pela falsidade que anda me acometendo
Nas ilusões dos meus perdões
Punições em inspirações
Pensamentos, opiniões
Que divergem das sensações
São visões, informações
Penitência, situações
Algumas aparições
Mudamos de tons
Acho que chega. Nem eu me aguento mais nessa.
Eu disse que sepultei e não sepultei
E agora me desculpo com um texto não só metaexplicado
Como autoexplicativo no sentido de não conseguir largar essa merda desse Assunto
Agora sendo explicando por ele mesmo de novo
Que vício, vou parar (como todos os outros né?)
Ponto.(ponto)
Como a frase acima, e essa, que somente existe para dar total significado à compreensão
Letras, l e t r a s, palavras, reticências, vírgula..., desenhos, compreensão,(vírgula)
O texto se formando, algutinaçãodepalavras,
Algumas alucinógenas, aboregínas, astutas, ascas, "ásperas"(com aspas), ab-repitícias
Aliterações assonantes
Elementos, como o próprio elemento do sentido elemento que a palavra elemento tem
Não obstante, como o elemento que a palavra elemento é para o texto
Não só como elementar para a continuação da ideia
Mas como elemento de estética
Veja, Elementos,(vírgula) a palavra, quebra a assonância
Assim como o (abre aspas)"Não obstante(agora fecha aspas)",
Esse "Veja" acompanhado de (,), e (essas palavras entre parênteses)
Isso tá começando a me incomodar (Oh! Que pena...)
O texto agora até tá grande, justa-posição de sentidos
Metáforas, metonímias, hipérboles, onomatopéias... (há!)
Encheção de linguíça...(reticências)
Ah... Palavras...
Sinto que ultimamente ando perdido em seus corações
Pelos textos que ando escrevendo
Pela falsidade que anda me acometendo
Nas ilusões dos meus perdões
Punições em inspirações
Pensamentos, opiniões
Que divergem das sensações
São visões, informações
Penitência, situações
Algumas aparições
Mudamos de tons
Acho que chega. Nem eu me aguento mais nessa.
Eu disse que sepultei e não sepultei
E agora me desculpo com um texto não só metaexplicado
Como autoexplicativo no sentido de não conseguir largar essa merda desse Assunto
Agora sendo explicando por ele mesmo de novo
Que vício, vou parar (como todos os outros né?)
Ponto.(ponto)
Normal
Vivendo um instante finito de tempo,
entre algum início e algum final.
Enxergando nos olhos, possível alento
pra poder dizer que ta tudo normal.
E tá?
Sinto ser uma marionete
achando saber que pensou, que sentiu.
Enquanto a peça diverte e repete
a verdade gritou mas ninguém ouviu.
Está tudo igual menos a cor;
entre verde e preto na mente.
Mudou de nome o falso amor
e a cor do fumo que o sente.
O tempo todo foi ator
de um filme um segundo a frente.
Com pés na terra o sonhador,
num descompasso consciente.
Foi o futuro vencedor.
Viveu perdido no presente...
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Dr.Carlos
Esse está sendo feito, dedicado e metacontado à você.
Sem disfarces.
"Eu e você temos essa penitência,
O máximo do pensamento que sempre tende às reticências"
Cheios vazios, que vivem na (e de) indagação.
Nos falta amor, nos falta amparo
Somos a construção sem chão
A gente se repete, mas mesmo assim se impressiona (não muito raro...)
E nem sabemos no meio de toda essa zona
Pra quem é que temos que fazer oração
Julgamos Deus, encarnamos Diabos
Fomos certos-errados, agora não ligamos pro perdão
Afinal de contas, de quem é a mão? De quem é o fardo?
Meu trago exime mais que emoção, um retrato
Um afago, no meio dessa confusão
Sei que não tenho poderes para te dar respostas
Acho que nem direito eu teria se tivesse poderes
Meu poder é relatar o que é, como somos, para assim desforcarmos um pouco disso
Remoendo isso, lendo isso
Mastigando e se alimentando disso
Ás vezes uma bucetinha pra distrair
Ás vezes uma complicação de bucetinha pra se distrair ainda mais
Mas ainda continua repetitivo
E, sinto, é isso mesmo que é estar vivo
Ás vezes uns tormentos que não deixam durmir
Ás vezes ódio, que pela saco nos faz expelir
Mas ainda (e isso é muito triste cara) continua repetitivo
E, sinto, é isso mesmo se formos objetivos
"Nada passa nada... Volto ao meu dilema... Como a vida é pequena..."
As ultimas complicações foram atípicas e estamos estranhando muito tudo isso
Mas acho que não foge do que é, um "diferenteigual"
Ainda acho que é o SEU poste negro, da sua forma e com suas características...
No final das contas o resultado é o mesmo, a gente muito mal
Espero ter ajudado sabendo que não ajudei em nada
Só mais palavras vazias para fazer do seu vazio, um vazio mais completo.
Nada de tudo, tudo de nada. Paradoxo.
Tu.
Sem disfarces.
"Eu e você temos essa penitência,
O máximo do pensamento que sempre tende às reticências"
Cheios vazios, que vivem na (e de) indagação.
Nos falta amor, nos falta amparo
Somos a construção sem chão
A gente se repete, mas mesmo assim se impressiona (não muito raro...)
E nem sabemos no meio de toda essa zona
Pra quem é que temos que fazer oração
Julgamos Deus, encarnamos Diabos
Fomos certos-errados, agora não ligamos pro perdão
Afinal de contas, de quem é a mão? De quem é o fardo?
Meu trago exime mais que emoção, um retrato
Um afago, no meio dessa confusão
Sei que não tenho poderes para te dar respostas
Acho que nem direito eu teria se tivesse poderes
Meu poder é relatar o que é, como somos, para assim desforcarmos um pouco disso
Remoendo isso, lendo isso
Mastigando e se alimentando disso
Ás vezes uma bucetinha pra distrair
Ás vezes uma complicação de bucetinha pra se distrair ainda mais
Mas ainda continua repetitivo
E, sinto, é isso mesmo que é estar vivo
Ás vezes uns tormentos que não deixam durmir
Ás vezes ódio, que pela saco nos faz expelir
Mas ainda (e isso é muito triste cara) continua repetitivo
E, sinto, é isso mesmo se formos objetivos
"Nada passa nada... Volto ao meu dilema... Como a vida é pequena..."
As ultimas complicações foram atípicas e estamos estranhando muito tudo isso
Mas acho que não foge do que é, um "diferenteigual"
Ainda acho que é o SEU poste negro, da sua forma e com suas características...
No final das contas o resultado é o mesmo, a gente muito mal
Espero ter ajudado sabendo que não ajudei em nada
Só mais palavras vazias para fazer do seu vazio, um vazio mais completo.
Nada de tudo, tudo de nada. Paradoxo.
Tu.
Ondas
Pensando sempre naquela onda errada
que eu estava ontem,
mas hoje melhorei.
que eu estava ontem,
mas hoje melhorei.
Caminhando sempre na direção equivocada
que eu estava ontem,
mas juro que mudei,
Entendi a onda estacionária
que sempre me vendava
e por isso me enganei.
O tempo todo recebendo ondas,
e emitindo ondas
de um lugar que nem eu sei.
Mas de repente veio a onda ampla
resumindo de uma vez
tudo aquilo que pensei:
Se tudo é questão de foco
me concentrarei na onda
em que me sinto rei.
Mas até a majestade passa,
e como toda boa onda
mais uma vez eu oscilei.
Até que a onda vai embora
e nas perguntas sem resposta
eu percebo que errei...
"Sai dessa onda!"
terça-feira, 10 de abril de 2012
Parece Fraco (talvez por ser) ou Asco
A minha vontade é te falar
Você não sai da minha cabeça
Mas antes que eu assim pereça
O orgulho há de me segurar
Olha isso tudo, olha esse fatos
Eu ri, contudo, riso de fraco
A muito (e muito!) eu me sinto enganado
Por mim, por você, pelo estado...
A vida sempre foi e anda pequena
Contigo, ela parecia mais serena
Mas isso é fantasia, enganosa e venenosa
Sepulto, mas volto à esse problema
O querer de agora, vem agora e me condena
É um dilema ter-te forte na memória
Oh! Revertéria reviravolta regida pelos meus restos,
Um cérebro bom anda uma bagatela nos dias de hoje...
Você não sai da minha cabeça
Mas antes que eu assim pereça
O orgulho há de me segurar
Olha isso tudo, olha esse fatos
Eu ri, contudo, riso de fraco
A muito (e muito!) eu me sinto enganado
Por mim, por você, pelo estado...
A vida sempre foi e anda pequena
Contigo, ela parecia mais serena
Mas isso é fantasia, enganosa e venenosa
Sepulto, mas volto à esse problema
O querer de agora, vem agora e me condena
É um dilema ter-te forte na memória
Oh! Revertéria reviravolta regida pelos meus restos,
Um cérebro bom anda uma bagatela nos dias de hoje...
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Sepultura
"Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena a tua chaga
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!"
Serei um pouco mais, tentarei pelo menos. Mesmo vocês não valendo a pena
E para somente os raros que valem a pena, tentarei fazer dos grandes problemas problemas pequenos
Parei. "Pedestalizei".
Ultimamente esmoreço, pereço, pelo alto valor de preço que já entreguei nessa vida à pessoas erradas
Lutei pelos princípios de infância e vi que esse mundo não os aceita
Te vi na metamorfose, mais de uma vez
Adornei as imagens (que enganam) com falácias, mais uma vez
Na calada da noite não durmida percebi que para isso até tem receita
Demonie-se a si mesmo, perca escrúpulos, escarre na cara, xingue e se der, dê porrada
Oh! Augustos dos Anjos, te escutei e ignorei...
Expor tudo isso até tem sido fácil
Sangrando tormentos, torcendo palavras
Se era dócil tornou-se lixo, se era tento, virou descarga (ambiguidade na fala)
Antes isso do que a morte... será?
Velejarei por outros e vários mares
Aborcarei em muitas e outras festas
Garanto agora somente drogas e bares
Até por que é somente isso que me resta
Balanço da vida? Nem preciso, é tudo um diferenteigual
Um dia, mais um dia, depois outro, diferente, porém igual
Nesse passo eu vou indo, sereno fritado, calmo surtado
Demorei relativo tempo pra perceber que não é você, e sim o você que me deixa desregulado
Atento ao vocabulário; Pedestalizei.
"Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera."
Uma merda ser diferente nesse mundo de filho da puta.
Sepultei.
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena a tua chaga
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!"
Serei um pouco mais, tentarei pelo menos. Mesmo vocês não valendo a pena
E para somente os raros que valem a pena, tentarei fazer dos grandes problemas problemas pequenos
Parei. "Pedestalizei".
Ultimamente esmoreço, pereço, pelo alto valor de preço que já entreguei nessa vida à pessoas erradas
Lutei pelos princípios de infância e vi que esse mundo não os aceita
Te vi na metamorfose, mais de uma vez
Adornei as imagens (que enganam) com falácias, mais uma vez
Na calada da noite não durmida percebi que para isso até tem receita
Demonie-se a si mesmo, perca escrúpulos, escarre na cara, xingue e se der, dê porrada
Oh! Augustos dos Anjos, te escutei e ignorei...
Expor tudo isso até tem sido fácil
Sangrando tormentos, torcendo palavras
Se era dócil tornou-se lixo, se era tento, virou descarga (ambiguidade na fala)
Antes isso do que a morte... será?
Velejarei por outros e vários mares
Aborcarei em muitas e outras festas
Garanto agora somente drogas e bares
Até por que é somente isso que me resta
Balanço da vida? Nem preciso, é tudo um diferenteigual
Um dia, mais um dia, depois outro, diferente, porém igual
Nesse passo eu vou indo, sereno fritado, calmo surtado
Demorei relativo tempo pra perceber que não é você, e sim o você que me deixa desregulado
Atento ao vocabulário; Pedestalizei.
"Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera."
Uma merda ser diferente nesse mundo de filho da puta.
Sepultei.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Presente
Um dia
cada possibilidade não concretizada
será lágrima.
Maior que esse universo infinito
é o infinito universo do que podia ter sido.
A cada segundo se expande, abrindo novas portas
de cada uma das portas fechadas.
Todo dia enquanto vivo,
pontualmente eu morro.
Morro sem sofrer na hora
e morro de novo ao pensar no morrer.
Que bom que a tinta marcou essas letras,
não à deixou ser mais uma idéia perdida,
vagando por outra dimensão.
Estou vivo.
Velho Novo Problema
Nesse escuro desse quarto me encontro mal
Dessa vez deve ser falta da tua companhia
Todo ódio vem virando agonia
E o sentimento, da razão veta o aval
Eu me condeno, me persigo, me maltrato
Mudo seu retrato para ver se eu melhoro
Mas é fato consumado e já está muito claro
Que isso tu não merece, mesmo eu sendo fraco
Então deito, penso e choro
Ironicamente eu adoro
E ultimamente eu ando é muito chato
Mas todo esse papo de sofrer que eu corroboro
é verdadeiro, e infelizmente, inato
Agora sozinho aqui no escuro eu só desejo que você esteja sozinha
Sou egoísta, sou ciumento, estou irrascível e irracional
Tal é o ansejo, que apélo ao apelo de pensar que sentimos tudo isso igual
Mentira.
Eu te deixei livre, você não voltou.
Você nunca foi minha.
E todo ódio, toda moeção agonizante
Todos esses pensamentos e pesares
Toda desilusão paralizante
Vem com a dor aos pares
E acho que o motivo é um só, não varia...
Eu achei que te tinha
E sinceramente não busco dó, mas acho que até tu concordarias
Você nunca foi minha
Nunca.
Dessa vez deve ser falta da tua companhia
Todo ódio vem virando agonia
E o sentimento, da razão veta o aval
Eu me condeno, me persigo, me maltrato
Mudo seu retrato para ver se eu melhoro
Mas é fato consumado e já está muito claro
Que isso tu não merece, mesmo eu sendo fraco
Então deito, penso e choro
Ironicamente eu adoro
E ultimamente eu ando é muito chato
Mas todo esse papo de sofrer que eu corroboro
é verdadeiro, e infelizmente, inato
Agora sozinho aqui no escuro eu só desejo que você esteja sozinha
Sou egoísta, sou ciumento, estou irrascível e irracional
Tal é o ansejo, que apélo ao apelo de pensar que sentimos tudo isso igual
Mentira.
Eu te deixei livre, você não voltou.
Você nunca foi minha.
E todo ódio, toda moeção agonizante
Todos esses pensamentos e pesares
Toda desilusão paralizante
Vem com a dor aos pares
E acho que o motivo é um só, não varia...
Eu achei que te tinha
E sinceramente não busco dó, mas acho que até tu concordarias
Você nunca foi minha
Nunca.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Uma verdade maior
E se não fosse a pica dura do seu tataravô,
você não estaria aqui.
Tão importante quanto a água e o sol,
mais decisiva que deus e o amor;
a pica dura do seu tataravô.
"Olha esse rapaz idiota, falando grosserias sem o menor sentido!"
Veja bem, o rapaz idiota não sabe de nada,
mas finalmente encontrou uma verdade irrefutável:
todas as entrelinhas, todas as certezas e incertezas só estão aqui pela pica dura do seu tataravô.
todas as entrelinhas, todas as certezas e incertezas só estão aqui pela pica dura do seu tataravô.
Mais que uma verdade; uma constatação.
Então, faça-me o favor:
toda noite antes de dormir
toda noite antes de dormir
vê se reza e pede proteção àquele que te pôs nesse mundo:
A Pica Dura do seu Tataravô.
A Pica Dura do seu Tataravô.
Sinto muito lhe informar: a vida é mesmo pequena.
sábado, 31 de março de 2012
Tentando Definir
Ouvi tal termo
"Suicídio social"
Fiquei mal
Termo posto Acima
A razão já se esvaiu
É isso mesmo, acabou
Da Amizade
Alguma coisa se espera
Do Amor
Espera-se Ódio
Esperando
Perde-se
Acho que achei a palavra
Estou desgostoso
Com nojo
Bolado, pode ser
Mas na real mesmo
Asco
Asqueroso tudo isso
Asco de náusea
Náusea de ânsia
Vou parar de pensar em você
Desgostoso. Talvez, é boa palavra, mas só exprime parte
O todo vem com Ódio.
As ligações faça sozinho, tá escrito.
Enquanto eu tô sozinho a vida continua
Dando uns tapas na minha cara
Mas como mandar parar de teimar o teimoso?
Ele teima em teimar
Foda-se isso tudo, acho que já me perdi
Desgostoso.
"Suicídio social"
Fiquei mal
Termo posto Acima
A razão já se esvaiu
É isso mesmo, acabou
Da Amizade
Alguma coisa se espera
Do Amor
Espera-se Ódio
Esperando
Perde-se
Acho que achei a palavra
Estou desgostoso
Com nojo
Bolado, pode ser
Mas na real mesmo
Asco
Asqueroso tudo isso
Asco de náusea
Náusea de ânsia
Vou parar de pensar em você
Desgostoso. Talvez, é boa palavra, mas só exprime parte
O todo vem com Ódio.
As ligações faça sozinho, tá escrito.
Enquanto eu tô sozinho a vida continua
Dando uns tapas na minha cara
Mas como mandar parar de teimar o teimoso?
Ele teima em teimar
Foda-se isso tudo, acho que já me perdi
Desgostoso.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Resposta
Me pergunta,
mas sem olhar nos olhos.
E ainda reclama deu não ter resposta.
mas sem olhar nos olhos.
E ainda reclama deu não ter resposta.
Ó, pobres problemas;
aqueles que nao têm solução.
Pois entre o nada e o tudo
nao há nada.
Nem tudo tem explicacão.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Esgotado
Mas que podre e malcheiroso esse cheiro de desilusão...
Dizem que o processo é assim mesmo, até sair toda carniça demora
E o cheiro
Bem, o cheiro fica, tem que aguentar...
Dizem... São os eus do passado...
São eles
Experiência própria
Então, já conheço o problema
Já sei como é
Tempo tempo tempo
Esperar queu espere passar
Esperando
Tempo tempo tempo
Pelo menos é o que espero
Lembranç..evite-a!
Grite-a para não ouvi-la
Encare, você vai deturpar as coisas
Mas se for para lembrar, tente ser o mais sincero,
Sinta logo o máximo de dor que der
Aperte a ferida
Aperte-a com o dedo sujo
A realidade não é adornada com essa falsa pretensão de que merecemos alguma coisa
A realidade é ela mesma, uma só, não muda.
Não varia por que você está sentindo ódio ou amor
Quem muda é você.
E isso tem que ser gritado, para você não poder se escutar
Só assim pra melhorar
Caralho... Tá foda de escrever com esse cheiro
Esgoto de ideias, chorume mental...
Preciso de clareza
Parar de me enganar
É só mais uma situação, diferente porém igual
Na teoria experiência me livrava do bueiro
Mas sou da natureza, sou homem-animal
E nem toda minha esperteza vai conseguir mudar
Quessa vagabunda me fez e me faz mal
Me oriento pela falta de escolha
Pelo que vi, senti e não durmi
Meus vazios preenchem essa folha
Disparates de desabafos
Não resisti
Pois bem, enganado de novo, colocado sentimentalmente como vítima
Sendo o calo da história, o motivo dos alentos
O coitado.
Se irritando pela colocação, demonstrando o oposto do que se quer
Confrontando-se em ter se entregado a nada e se afundando em explicações
No final das contas tá bem eu.
Eu diz pra mim "Bem, o cheiro fica, tem que aguentar..."
Eu acredito.
Assim espero.
Dizem que o processo é assim mesmo, até sair toda carniça demora
E o cheiro
Bem, o cheiro fica, tem que aguentar...
Dizem... São os eus do passado...
São eles
Experiência própria
Então, já conheço o problema
Já sei como é
Tempo tempo tempo
Esperar queu espere passar
Esperando
Tempo tempo tempo
Pelo menos é o que espero
Lembranç..evite-a!
Grite-a para não ouvi-la
Encare, você vai deturpar as coisas
Mas se for para lembrar, tente ser o mais sincero,
Sinta logo o máximo de dor que der
Aperte a ferida
Aperte-a com o dedo sujo
A realidade não é adornada com essa falsa pretensão de que merecemos alguma coisa
A realidade é ela mesma, uma só, não muda.
Não varia por que você está sentindo ódio ou amor
Quem muda é você.
E isso tem que ser gritado, para você não poder se escutar
Só assim pra melhorar
Caralho... Tá foda de escrever com esse cheiro
Esgoto de ideias, chorume mental...
Preciso de clareza
Parar de me enganar
É só mais uma situação, diferente porém igual
Na teoria experiência me livrava do bueiro
Mas sou da natureza, sou homem-animal
E nem toda minha esperteza vai conseguir mudar
Quessa vagabunda me fez e me faz mal
Me oriento pela falta de escolha
Pelo que vi, senti e não durmi
Meus vazios preenchem essa folha
Disparates de desabafos
Não resisti
Pois bem, enganado de novo, colocado sentimentalmente como vítima
Sendo o calo da história, o motivo dos alentos
O coitado.
Se irritando pela colocação, demonstrando o oposto do que se quer
Confrontando-se em ter se entregado a nada e se afundando em explicações
No final das contas tá bem eu.
Eu diz pra mim "Bem, o cheiro fica, tem que aguentar..."
Eu acredito.
Assim espero.
quarta-feira, 28 de março de 2012
Transtorno Bipolar (entre o médio e o horrível)
E o meu medo da morte
é só pena de mim.
Com alguma sorte
consigo adiar meu fim.
(apesar de já estar acabado)
(apesar de já estar acabado)
Só fico esperando
essas coisas que não mudam.
Prefiro-las me levando
antes que outras me iludam.
antes que outras me iludam.
Migrando de problema em problema.
Até que a morte nos separe.
Amén.
Amén.
Ontem você ja era infeliz,
mas era melhor que hoje.
Isso é envelhecimento.
Isso é o tempo que passa.
E isso é imensuravelmente triste.
Isso é envelhecimento.
Isso é o tempo que passa.
E isso é imensuravelmente triste.
Difícil lidar...
por isso só existem burros ou loucos;
uma vida é poder demais para duas mãos.
Difícil lidar...
E na verdade última, por fim,
nada passa de uma mini-esfera de água e terra,
em meio a um vácuo quase infinito:
nano-melancolia.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Escreveria um melhor título, talvez mais óbvio, porém...
Oh! Novamente!
Novamente! (pesar dos pesares)
Ah! Fatalmente...
O pior é saber que já se sabia
Não era mistério para ninguém
Minha insistência não foi sábia nem sadia
Só reconfirmou as certezas sem porém
Porém é o caralho, foi sempre ele que me enganou
Porém pondera, deixa fraco, guarda baixa
Porém vislumbra, ilude
Te pintei de uma forma (toda errada, a meu ver)
Mudei quem sou
E me custou...
Você segue outra norma
Acabou com meu sangue e saúde
A miúde esse asco devorou minha Quimera
A dor em mim impera, a mentira, a lembrança
Atitude
Porém é o caralho.
Novamente! (pesar dos pesares)
Ah! Fatalmente...
O pior é saber que já se sabia
Não era mistério para ninguém
Minha insistência não foi sábia nem sadia
Só reconfirmou as certezas sem porém
Porém é o caralho, foi sempre ele que me enganou
Porém pondera, deixa fraco, guarda baixa
Porém vislumbra, ilude
Te pintei de uma forma (toda errada, a meu ver)
Mudei quem sou
E me custou...
Você segue outra norma
Acabou com meu sangue e saúde
A miúde esse asco devorou minha Quimera
A dor em mim impera, a mentira, a lembrança
Atitude
Porém é o caralho.
Amor (ou confusão)
Como posso destinguir:
é sentimento ou simpatia?
é sentimento ou simpatia?
Como posso resistir:
ao fingimento,à fantasia?
ao fingimento,à fantasia?
Como posso descobrir:
se é minha cura, minha certeza?
Como posso então medir:
minha loucura, sua beleza?
Se é tudo um grande jogo
qual a graça, qual o sentido?
Derrotado por seu fogo,
por sua flecha atingido.
É confuso demais, rapaz;
Esquizofrênico o cupido.
domingo, 25 de março de 2012
O borro (da caneta e choro)
Errado foi pensar no "éramos"
Maldito tempo
Por que eu fui creditar confiança?
Sempre me engano
Eu tô muito errado nessa história...
...
...
Nessa??
Calma lá,
Eu tô muito errado. Ponto.
Desculpem-me o desabafo
Mas as regras desse mundo são pífias
Fáceis
Não quero praticá-las
Sinceramente, mesmo,
Mesmo mesmo
Esse tal de pensar em se fortalecer assemelha-se à expectativa
Vou ficar sofrendo aqui
Um abraço pro acaso
Um beijo pra incredulidade
As surpresas, são sempre ruins.
Dr Carlos,
Fortes lambranças e sentimentos
Fui chorar
Ainda bem que me entendes
Ainda bem que te expressas tão verdadeiramente nessa guitarra
Parabéns.
Maldito tempo
Por que eu fui creditar confiança?
Sempre me engano
Eu tô muito errado nessa história...
...
...
Nessa??
Calma lá,
Eu tô muito errado. Ponto.
Desculpem-me o desabafo
Mas as regras desse mundo são pífias
Fáceis
Não quero praticá-las
Sinceramente, mesmo,
Mesmo mesmo
Esse tal de pensar em se fortalecer assemelha-se à expectativa
Vou ficar sofrendo aqui
Um abraço pro acaso
Um beijo pra incredulidade
As surpresas, são sempre ruins.
Dr Carlos,
Fortes lambranças e sentimentos
Fui chorar
Ainda bem que me entendes
Ainda bem que te expressas tão verdadeiramente nessa guitarra
Parabéns.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Complicações Padrões (e reticências...)
Sobe um sentimento
Acho que é dor.
Deixa eu checar...é...é dor...
Que será dessa vez?
Deixa eu ver...é...é você...
Algum motivo em especial?
Algum motivo...
Acho que é mentira
Ou será "a" mentira?
Deixa eu entender...não...não entendo...
Deixa eu mostr...não...não deixe
Vou estar aí. Seguindo, vagando...
Quando eu for padrão, não me chames
Não...não me chames...
Quando eu for padrão, minha madrugada será dormir
Quando eu for padrão, a dor não vai insistir em subir
Quando eu for padrão vou seguir, vagar por aí...
Então não me chames...
Pois quando eu for padrão, irei sorrir e prosseguir
Merdadefalta.
Acho que é dor.
Deixa eu checar...é...é dor...
Que será dessa vez?
Deixa eu ver...é...é você...
Algum motivo em especial?
Algum motivo...
Acho que é mentira
Ou será "a" mentira?
Deixa eu entender...não...não entendo...
Deixa eu mostr...não...não deixe
Vou estar aí. Seguindo, vagando...
Quando eu for padrão, não me chames
Não...não me chames...
Quando eu for padrão, minha madrugada será dormir
Quando eu for padrão, a dor não vai insistir em subir
Quando eu for padrão vou seguir, vagar por aí...
Então não me chames...
Pois quando eu for padrão, irei sorrir e prosseguir
Merdadefalta.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Ressonância
Vivendo no limite
da inteligência
da inteligência
com a conveniência.
Órfao da ciência,
Órfao da ciência,
filho do que existe;
sou a ressonância.
De minhas próprias idéias
(ainda oscilantes)
sou o vento.
Que incomoda sem preconceitos.
O físico imperfeito;
todo proporcional.
Um infinito em cada esquina,
é uma sina,
é mais que um crivo.
Sou o justo perdido.
Sou o justo perdido.
Conformado e apreensivo
ressoando por aí...
sábado, 17 de março de 2012
Esconda-se
Cada batida, segundo, início de pensamento
É mintira.
Esconda-se por aí, sendo quem você realmente é
Querendo ser quem você realmente é
Não sendo nada no final das contas
Afinal, no final das contas
Você é ele
E nenhum dos dois importa.
É mintira.
Esconda-se por aí, sendo quem você realmente é
Querendo ser quem você realmente é
Não sendo nada no final das contas
Afinal, no final das contas
Você é ele
E nenhum dos dois importa.
quarta-feira, 7 de março de 2012
Pequena Vida
Eu como arroz frio
(Com azeite)
Pensando em qual site pornô entrar
Para tocar uma punheta
À 1:58 da madrugada
Flash de Nepumoceno, a droga
Amy Winehouse morreu, a notícia
Nada passa nada
Volto ao meu dilema
Como a vida é pequena...
Foda-se Bukowski
(Com azeite)
Pensando em qual site pornô entrar
Para tocar uma punheta
À 1:58 da madrugada
Flash de Nepumoceno, a droga
Amy Winehouse morreu, a notícia
Nada passa nada
Volto ao meu dilema
Como a vida é pequena...
Foda-se Bukowski
segunda-feira, 5 de março de 2012
Efêmero
Observo por aí
um monte de meninas bonitas.
Nenhuma inalcançável,
Nenhuma inalcançável,
mas todas inatingíveis.
A proximidade da matéria
não encurta a imensa distância.
Quase ninguém olha nos olhos.
E o que eu escuto pouco importa,
aqui tudo é efêmero.
Até esse poema pra passar o tempo.
Um detalhe é o que separa;
o grande do gênio.
Enquanto nada significar algo,
serei o mestre dos sonhos vazios.
Sei que um dia posso te ter.
Sei que você pode um dia me ter.
Impossível mesmo nessa vida:
Sei que você pode um dia me ter.
Impossível mesmo nessa vida:
só você me conhecer.
sábado, 3 de março de 2012
Jantar a Dois
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Barata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Oh! Que horror! Quase vomitei...
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Barata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango Batata frango
Oh! Que horror! Quase vomitei...
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Oscilações
Eu mudo muito.
Mas em oscilações bem definidas.
Condenaram o livre-arbítrio
a prisão perpétua.
Enquanto perpetua-se
uma ignorância sadia.
Sadismo constitucional;
e isso nem é uma crítica.
Está mais para um desabafo...
O mundo te dá medo,
mas apenas por agora.
O tempo passa
e você sorri.
Mas em oscilações bem definidas.
Condenaram o livre-arbítrio
a prisão perpétua.
Enquanto perpetua-se
uma ignorância sadia.
Sadismo constitucional;
e isso nem é uma crítica.
Está mais para um desabafo...
O mundo te dá medo,
mas apenas por agora.
O tempo passa
e você sorri.
Completo:
mais uma oscilação.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Hiato Paradoxal
Sofrível, essa tal experiência de sentir
Sentir mais que o normal
Chorável, essa tal experiência de amar
Amar mais que o normal
Tensa, essa experiência de viver
Viver sempre no normal
Hiato paradoxal
Do que eu sei não sei que quero
Estaca zero
No meio do nada.
Fico mal
Sentir mais que o normal
Chorável, essa tal experiência de amar
Amar mais que o normal
Tensa, essa experiência de viver
Viver sempre no normal
Hiato paradoxal
Do que eu sei não sei que quero
Estaca zero
No meio do nada.
Fico mal
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