terça-feira, 18 de maio de 2021

Dualidade Partícula-Onda

Acho que Deus apareceria para mim, se não soubesse que sou tão linguarudo. Se não soubesse que sou tão volátil. Dualidade partícula-onda. Espero o dia que serei partículas, átomos coesos, que coesos entre si, formarão moléculas. Até onde sei, nasci onda, e assim venho oscilando. Certeza não existe, e, portanto, nada é inteiro ou íntegro. Nem mesmo minha poesia. (?) [E será que um dia fiz poesia?]

O problema da matéria é querer (sob nossa perspectiva de ser vivo caminhando para a morte) ser tudo. Quando, na verdade, é quase nada. É apenas "algo". Como quase todo o resto. Como os nomes, sobrenomes, sentimentos. Passado, presente e futuro. Quase todo o resto, mas não todo. 

Busco a centelha que me falta brotar para enxergar o absoluto. Centelha essa que não é amor, não é poder, não é sorriso. É algo que ainda não sei dizer, não sei sentir e não sei nem se existe. Mas para mim, DEVE existir para que a teoria bata com a prática, para que a equação esteja em equilbrio. 

330. Veio até mim e ainda não disse nada. Assim tem sido (sempre). Lei da permanência, filho de Heráclito.

Preciso dizer não ao sim.
Preciso dizer sim ao talvez.
Preciso dizer não ao tempo.
Mas só daqui a um mês.
Preciso demonstrar a razão.
1 + 1 = 3.
Perdido: sou uma fração
me dividi e perdi a vez.
Perdi também a noção;
não fui eu quem criou as leis.
Viva a nossa nação!
Mendigos alimentam os reis.
D23 avisou:
1 + 1 = 3.

Nenhum comentário:

Postar um comentário