só se encontra a primazia
de peito aberto.
O homem vive na toca,
vive encolhido.
Já acorda adormecido.
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Meio frustrado, sem razão pontual, pois os motivos da dor são quase contínuos. Coisas materiais pouco importam, mas a carne cansada e esquecida agoniza o cérebro. Libera do sarcófago sentimentos incólumes.
Serei sempre agradecido, não posso me dizer triste. Me direi apenas sozinho, uma vez que é fato. Problema mesmo é a indecisão: os olhos veem tudo mudar a todo instante, mas a alma sente o mundo permanente. E a alma é sábia e eu queria mudar, mas não consigo crer nos olhos; há tempos não escrevo, pois não lembrava do meu motor: os paradoxos. Vejo um. Vivo um. Sou um. Nesse momento, sinto saudade demagôga. Lembrarei de respirar. Adeus.
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